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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 15 de Janeiro de 2015, 16h48
  • Última atualização 15/01/15
  • 16h48

Ministério da Saúde amplia Mais Médicos em 1.500 municípios

O Ministério da Saúde vai expandir o Programa Mais Médicos para assegurar profissionais em municípios com dificuldade de contração na Atenção Básica. O novo edital abre uma nova oportunidade para 1.500 prefeituras e garante a incorporação de 100% das vagas do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab). A seleção, que será aberta nesta sexta-feira (16), integra 424 cidades que ainda não participam do Mais Médicos.

Confira a apresentação do ministro.

“A ampliação do Mais Médicos dá nova oportunidade a esses municípios que, por algum motivo, não puderam aderir ao programa. A iniciativa atende a reivindicação de cidades do país inteiro por nova chance de integrar ou ampliar o número de profissionais. O Mais Médicos tem papel fundamental no fortalecimento e consolidação da Atenção Básica e se complementa com o trabalho na área da formação médica e com obras de melhoria na infraestrutura”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Municípios e médicos terão até os dias 28 e 29 de janeiro, respectivamente, para confirmar sua participação e efetuar a inscrição no sistema do Programa. Estão aptas a aderir as prefeituras do Provab 2014, que encerra em fevereiro, e aquelas de maior vulnerabilidade econômica e social. Foram priorizadas, por exemplo, as cidades com 20% de sua população em extrema pobreza, com IDH baixo e muito baixo, localizadas no semiárido, Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira e nas periferias de capitais e regiões metropolitanas. Também foi garantida expansão para os distritos indígenas. 

Acesse a lista de municípios.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 15 de Janeiro de 2015, 12h06
  • Última atualização 15/01/15
  • 12h06

Inscrições abertas para cursos de atualização à distância em Saúde Mental, até dia 19 de janeiro

Estão abertas, até o dia 19 de janeiro, as inscrições para três cursos de atualização à distância em Saúde Mental. As ofertas são fruto da parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), por meio da Universidade Federal de Santa Catarina (UNA-SUS/UFSC).

Essa é a terceira edição dos cursos de atualização, que tratam dos temas: Álcool e outras drogas, da coerção à coesão; Saúde Mental na Infância e Adolescência e Crise e Urgência em Saúde Mental. As inscrições deverão ser feitas pelo FormSUS, ao final da página. O candidato poderá se inscrever somente em um dos cursos por edição.

Álcool e outras drogas, da coerção à coesão - São três mil vagas, voltadas aos profissionais de saúde nível médio e superior que atuam na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), tendo como foco o trabalho interdisciplinar e intersetorial.

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  • Publicado: Quinta, 15 de Janeiro de 2015, 12h00
  • Última atualização 15/01/15
  • 12h00

Comerciantes percebem novo comportamento de fumantes em locais fechados

Vários fumantes estão mudando os hábitos por causa da nova Lei Anti-Fumo, publicada em dezembro e que proíbe fumar em locais fechados. Na prática, a nova lei acabou com os fumódromos. Dessa forma, alguns comerciantes já conseguem notar um comportamento diferente dos fumantes. É o que explica o gerente de restaurante, Israel da Silva. "No começo eles davam uma de que não sabiam. A gente ia até a mesa, que a gente tem a área aqui fora que tem os toldos, e comunicava eles, eles paravam. Mas agora a gente fez um panfletozinho para eles nem tentarem acender nas mesas que ficam lá fora. A parte de dentro já tem na entrada mesmo, avisando. Aí depois disso não aconteceu mais não. Agora normalizou".

É o caso de motorista, Valdir Gonçalves. Ele conta que sempre procura ambiente aberto quando quer fumar. "Procura uma área, um banco livrezinho, você sai numa área livre e fuma. É bom. Vários amigos meu pararam de fumar, da proibição justamente".

A servidora pública, Kelly Cristina Teixeira, diz que quando quer fumar sempre vai pra longe das outras pessoas, para não incomodar. "No meu caso eu sempre tentei me afastar das pessoas, porque eu sei que tem gente que não gosta. Eu sempre faço isso, eu saio de perto, sempre faço isso. Qualquer lugar que eu estou eu vou para um lugar separado".

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  • Publicado: Quinta, 15 de Janeiro de 2015, 11h57
  • Última atualização 15/01/15
  • 18h24

Serviço de Pneumologia do HNSC lança novo protocolo

Uma iniciativa inovadora e que pode salvar vidas. Uma parceria entre os serviços de Pneumologia e Cirurgia Torácica e o Centro de Diagnóstico por Imagem do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC) deu início a uma nova jornada na atenção à saúde. Está em fase piloto de implantação o Protocolo de Rastreamento de Carcinoma Brônquico, isto é, um novo roteiro de exames para a detecção do câncer de pulmão em pacientes do Serviço de Pneumologia do Hospital Conceição. A instituição, que atende 100% SUS, está, com isso, incorporando uma nova tecnologia para tratamento da doença, cujas evidências científicas apontam uma redução de 20 % da mortalidade, sendo o primeiro serviço público do Brasil a implantar esse protocolo.

Desde novembro do ano passado, o Serviço de Pneumologia do HNSC está realizando tomografias de tórax sem contraste com protocolo de baixa dose, o que significa sete vezes menos incidência de radiação que uma tomografia normal.

Além de ser menos agressivo, o exame de tomografia de baixa dose é mais eficaz que um raio X convencional. Uma tomografia normal incide uma quantidade de radiação que, a longo prazo, pode ser prejudicial para o paciente, e detecta apenas nódulos com tamanho igual ou maior que 3 centímetros, considerado estágio mais avançado de desenvolvimento. Com a tomografia de baixa dose, além de reduzir em sete vezes a incidência de radiação, são detectados nódulos em tamanhos inferiores a 3 centímetros, e, portanto, em estágio inicial de formação, permitindo o encaminhamento para biópsia e investigação com maior antecedência e reduzindo a mortalidade ao permitir a realização de cirurgias curativas para o câncer de pulmão.

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  • Publicado: Quinta, 15 de Janeiro de 2015, 10h43
  • Última atualização 15/01/15
  • 17h48

A importância das novas regras para o estímulo ao parto normal

Ana Rossato e a filha Gabriela. Foto: Arquivo PessoalEste ano, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicaram novas regras para o estímulo do parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. O parto é uma questão de saúde e a escolha deve ser feita pelo método mais adequado para cada caso e o mais seguro para a mãe e o bebê. De acordo com Organização Mundial de Saúde a recomendação é que taxa de cesáreas seja de até 15% dos partos. Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar e 40% na saúde pública.

Ana Bárbara Moreira Rossato, 24 anos, gerente de redes sociais, mora em São Paulo, tem dois filhos e está grávida do terceiro. Na primeira e segunda gestação, o pré-natal foi realizado pelo plano de saúde, mas Ana Bárbara conta que, para optar pelo parto normal, foi necessário passar por diversos profissionais. “Na primeira gestação, em 2009, eu passei por três médicas diferentes. Duas cobravam taxa de disponibilidade para acompanhar o parto normal com valor por volta de 3,5 mil para elas, fora a equipe. A terceira médica não cobrava taxa de disponibilidade, porém, no final da gestação, disse que meu parto deveria ser uma cesárea, pois minha barriga estava grande, o que poderia ocasionar um problema no parto. Eu não acreditei na indicação e resolvi abandonar o pré-natal particular e tive meu bebê, de forma natural e sem nenhuma complicação, na Casa de Parto de Sapopemba (SUS)”, conta. A casa está localizada na Vila IVG, em São Paulo, e oferece toda a estrutura para a realização de partos humanizados.

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  • Publicado: Quarta, 14 de Janeiro de 2015, 18h06
  • Última atualização 14/01/15
  • 18h06

Medicamento 3 em 1 para a aids começa a ser distribuído em todo o país

O Ministério da Saúde enviou esta semana, a todos os estados brasileiros, o medicamento 3 em 1 para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A previsão é de que a dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) comece a chegar aos estados, responsáveis pela distribuição para os municípios, na próxima semana. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes com HIV e aids. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.

O uso do medicamento 3 em 1 está previsto no Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids do Ministério da Saúde como tratamento inicial para os pacientes soropositivos. Atualmente, os medicamentos são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e consumidos, separadamente. Os Estados do Rio Grande do Sul e Amazonas, que possuem as maiores taxas de detecção do vírus, recebem, desde novembro, a dose tripla combinada. Nesse período, cerca de 11 mil pacientes foram beneficiados nos dois estados.

Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a dose combinada representa um avanço importante na melhoria do acesso ao tratamento de aids no país. “A utilização de dose fixa combinada (3 em 1) irá permitir uma melhor adesão ao tratamento de pessoas que vivem com HIV e aids. Além de ser de fácil ingestão, o novo medicamento tem como grande vantagem a boa tolerância pelo paciente, já que significa a redução dos 3 medicamentos para apenas 1 comprimido ”, explicou o ministro.

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  • Publicado: Quarta, 14 de Janeiro de 2015, 17h40
  • Última atualização 14/01/15
  • 18h17

A busca de uma mãe pelo parto normal

Luana Gonçalves e Renzo. Foto: Arquivo PessoalNo dia 07 de janeiro deste ano foram publicadas novas regras de estímulo ao parto normal. O objetivo é a redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados à prematuridade. A recomendação da Organização Mundial de Saúde é que taxa de cesáreas seja de até 15% dos partos. No Brasil, na saúde suplementar, esse percentual chega a 84%. Na rede pública o número é menor, cerca de 40%.

Luana Gonçalves

Apesar de ser da cidade de Niterói e fazer todo o pré-natal pelo plano de saúde, tive muita dificuldade em encontrar uma obstetra que aceitasse me atender em um parto normal.

Na primeira médica que fui ela foi bem direta e disse que não atendia parto normal, pois tinha problema de coluna. Sempre pensei que o parto fosse da mulher e que ela devia ser respeitada em sua preferência e informada sobre os benefícios do parto normal. Quando ela me revelou esse motivo, sai espantada do consultório e entendi que não seria tão fácil ter um parto normal com o mínimo de intervenção como eu desejava.

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  • Publicado: Quarta, 14 de Janeiro de 2015, 16h50
  • Última atualização 15/01/15
  • 15h24

Ministério da Saúde lança novo edital do programa Mais Médicos

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, divulga nesta quinta-feira (15/1) as regras do novo edital do programa Mais Médicos. A coletiva será transmitida pela TV NBR, pelo Blog da Saúde , Web Rádio Saúde e pelo Twitter @minsaude. Data: 15/01/2015Horário: 14hLocal: Auditório Emílio Ribas - térreo do Ministério da Saúde - Bloco G, Esplanada dos Ministérios – Brasília (DF) Fonte:...

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Pais e estudantes devem preparar rotina de retorno às aulas

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  • 14/01/15
  • 15h14
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