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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 28 de Janeiro de 2015, 13h35
  • Última atualização 28/01/15
  • 13h35

Mais de 1800 partos normais já foram realizados na Casa de parto de São Sebastião

Para realizar o parto normal, as unidades de saúde da rede pública precisam ter ambiente, espaço físico e equipamentos adequados e profissionais de saúde qualificados. Um exemplo de local que reúne tudo isso é a Casa de Parto da cidade de São Sebastião, no Distrito Federal, que desde 2009 atende gestantes de Brasília, cidades satélites e também de cidades de Goiás e Minas próximas à capital do país. A Casa já realizou mais de 1800 partos normais desde que foi inaugurada. Na Casa de Parto, não há médicos para realizar os partos. Todo o procedimento é feito por uma equipe de enfermeiras obstetras e técnicos de enfermagem.

Para a gestante ser atendida na Casa de Parto, é preciso apresentar o laudo médico. A Casa de Parto é reconhecida pelo Ministério da Saúde e preenche todos os requisitos necessários para o funcionamento. A enfermeira obstetra da Casa de Parto, Clarice Maciel, conta o que a maternidade oferece para as gestantes que escolhem o centro de parto para terem seus bebês. "É uma sala mais ampla onde a mulher fica sozinha com seu acompanhante, ela não divide a sala com outras mulheres. Nessa sala a gente permite que ela tenha bastante liberdade de movimentação, a gente sempre orienta para que ela se movimente, caminhe. Quanto mais a mulher fique em posições verticais, mais facilita o trabalho de parto. Tem um banheiro com chuveiro quente ajuda a mulher passar mais tranquilo pelo trabalho de parto, porque relaxa, diminui a dor. A gente tem uma banheira que também pode ser utilizada para reduzir a dor e a ansiedade da paciente como pode ser usado para o parto se for o desejo da paciente".

A professora, Patrícia de Souza Cordeiro, por exemplo, escolheu o parto normal. Ela e o marido gostariam que o filho nascesse de maneira natural e escolheram a Casa de Parto. "A gente pesquisou, eu e meu esposo, a gente queria muito ter o parto natural. E a gente não queria se não fosse alguma ordem médica, se não tivesse algum problema. Deu tudo certo. Quando eu entrei em trabalho de parto, eu vim para a Casa de Parto, fui super bem atendida, o pessoal maravilhoso, todos os profissionais que trabalham aqui, maravilhosos e estou muito satisfeita".

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  • publicado
  • Publicado: Quarta, 28 de Janeiro de 2015, 13h24
  • Última atualização 28/01/15
  • 13h24

População vai poder comprar medicamento mais barato para tratar a endometriose

Um novo medicamento para tratar a endometriose deve chegar às farmácias até 35 % mais barato do que o tratamento atualmente disponível para a população. Esse novo medicamento terá um custo menor porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), concedeu recentemente registro para uma indústria farmacêutica produzir a versão genérica desse medicamento.

De acordo com a especialista em vigilância sanitária da Anvisa, Stefania Piras, o genérico, apesar de ter um custo menor , tem a mesma fórmula do remédio de referência para tratar a endometriose. "O genérico inédito em si, já traz uma redução de preço, porque medicamento genérico tem que ser 35% menos do preço do referência. Com isso, aumenta o acesso da população com segurança qualidade e eficácia comprovada a um preço mais baixo, disponível para uma faixa mais ampla da população. Então, quem vai comprar vai ter mais uma opção. Quando a gente chama de genérico inédito é porque só tinha o referência e o genérico está vindo para ser a opção para o referência."

A endometriose é uma doença inflamatória que ataca o tecido do útero, os ovários, a bexiga e até o intestino. Quem sofre do problema sente fortes cólicas e dores no abdome , principalmente durante a menstruação. Em casos graves pode levar até a infertilidade. A jornalista do Rio de Janeiro, Andréia Brígida, por exemplo, descobriu a doença há pouco tempo, mas sente dores fortes desde a adolescência. Ela acredita que o novo medicamento genérico para tratar a endometriose irá beneficiar várias mulheres que sofrem do problema. "Eu acho que vai ajudar e muito, uma parcela bem grande da população feminina portadora de endometriose, porque o tratamento para endometriose às vezes sai muito caro. Eu faço uso de um medicamento desde o dia que descobri que era portadora da endometriose e eu vou ter que tomar até, acredito, quando entrar na menopausa. Você tem que comprar às vezes até duas caixas por mês do medicamento. Então, se a gente vai poder ter essa expectativa do genérico, de ser mais barato, eu acho que vai ajudar muito."

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 18h50
  • Última atualização 27/01/15
  • 19h00

Celebridades incentivam o parto normal

Em apoio à resolução do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que incentiva o parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar, várias mulheres aderiram à campanha e participaram da discussão nas redes sociais com postagens e o uso da hashtag #partonormal.

O incentivo conta com diversos depoimentos, registros dos partos e fotos com os filhos. Entre as personalidades que aderiram à campanha estão a atriz Juliana Knust, mãe de Mateus (4 anos) e grávida do Arthur. E a apresentadora de televisão Daniela Albuquerque, mãe de Alice (2 anos) e grávida do segundo filho.

Confira abaixo uma pequena entrevista com as mamães sobre a experiência com o parto normal.

Juliana Knust

Juliana Knust Crédito: Instagram
1 – Como foi à decisão de fazer parto normal?

Sempre tive vontade de fazer parto normal. Mas acho que na realidade, quem decide a maneira que vai nascer é o bebê! Era uma vontade minha, mas fiquei bem tranquila durante toda a gestação esperando que acontecesse o que fosse melhor pro meu filho. Assim evitaria qualquer tipo de frustração ou decepção caso não conseguisse realizar o parto normal.
Conversava muito com a minha médica sobre isso. E ela sempre me apoiou.

2 – Como você se preparou para este momento? Buscou ajuda em algum grupo, leu sobre o assunto?
Fazia exercícios de pilates, trabalhava a minha respiração e, ao mesmo tempo, procurava não ler muito sobre isso. Não queria ficar com aquela ideia fixa na cabeça. Muitas mulheres não conseguem fazer parto normal. E eu sabia que essa era uma possibilidade.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 17h20
  • Última atualização 27/01/15
  • 17h20

Ministério da Saúde apresenta campanha de prevenção às DST e aids para o carnaval

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresenta nesta quarta-feira (28), em Brasília, a campanha de prevenção às DST e aids para o carnaval 2015. Além da campanha, também serão apresentados dados sobre o uso de preservativos pela população brasileira, com base na última Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira. A coletiva será transmitida ao vivo pela...

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 16h18
  • Última atualização 27/01/15
  • 16h18

Saúde permanece assistindo vítimas e familiares de Santa Maria

O incêndio na boate Kiss em Santa Maria (RS), que resultou na morte de 242 pessoas e deixou centenas de feridos, completa dois anos nesta terça-feira (27). Desde a tragédia, o Ministério da Saúde acompanha a assistência prestada às vítimas e aos familiares do incêndio. Seja por ações imediatas, com a ação da Força Nacional do SUS – que mobilizou profissionais e equipamentos –, seja por ações em longo prazo, com acompanhamento ambulatorial e cuidado permanente. Atualmente, quase 600 pacientes recebem atendimento e acompanhamento dos serviços de saúde do município de Santa Maria.

Do total de pacientes acompanhados, 423 são atendidos no Centro Integrado de Atenção às Vítimas de Acidentes (CIAVA) do Hospital Universitário de Santa Maria. Outros 140 estão em tratamento na área de saúde mental. Esse monitoramento faz parte do Termo de Compromisso assinado entre o Ministério da Saúde e as prefeituras de Santa Maria e Porto Alegre, além do governo estadual e Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). De acordo com o documento, vítimas e familiares serão monitorados por até cinco anos.

No ano da tragédia, o Ministério da Saúde destinou R$ 1,6 milhão para garantir a assistência às vítimas do incêndio, empregados na aquisição de equipamentos de uso permanente e contratação de 34 novos profissionais de saúde para o Hospital Universitário de Santa Maria.

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  • publicado
  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 16h10
  • Última atualização 27/01/15
  • 16h10

Hanseníase ainda é uma doença invisível, afirmam pesquisadores

A hanseníase, popularmente conhecida como lepra, é uma das doenças mais longevas da História, identificada em relatos já no século 6 a.C.. E, apesar de erradicada na Europa e nos Estados Unidos, ainda é um dos grandes problemas nacionais de saúde pública. O Brasil é o segundo país do mundo com maior incidência da patologia — perde apenas para a Índia. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam 24,6 mil novos casos em 2014. Mas esse número deve aumentar na contabilidade final, que só será divulgada em março. O que significa que o país ainda está muito longe de erradicar a doença, meta divulgada em 2012.

O motivo para que isso ocorra, na opinião dos profissionais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz) que conduzem a pesquisa e o atendimento ao agravo, resume-se numa frase: a hanseníase é uma doença invisível. “A sociedade não quer saber que ela existe. Não é uma doença que apareça na mídia. Não está na moda e não interessa aos epidemiologistas. É pouco estudada pela saúde coletiva. Devido ao estigma, o doente tenta escondê-la a todo custo. Como não provoca mortes, suas estatísticas não chegam a alarmar. Por isso, é uma doença que não incomoda a ninguém, a não ser aos próprios doentes. E muitos desses sofrem por toda a vida, incapacitados e com dor, em silêncio”, define Euzenir Sarno, chefe do Laboratório de Hanseníase do IOC, que pesquisa o tema na Fiocruz desde 1986.

Infográfico: Ministério da Saúde

Desafio no diagnóstico - O Ambulatório Souza-Araújo, unidade assistencial do Laboratório de Hanseníase do IOC, é um dos principais centros de referência no Brasil. É o único, inclusive, a já ter recebido certificado de excelência internacional — teve sua acreditação concedida, em 2014, pela Joint Commission International (JCI) e pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA). Seus números de atendimento ilustram um dos principais desafios no combate à doença no país: o diagnóstico correto. Em 2014, 805 pacientes recorreram ao ambulatório com suspeita de hanseníase. Mas, destes, apenas 115 realmente eram portadores do agravo. Ou seja: 85% das pessoas — a grande maioria encaminhada por outros serviços de saúde — não haviam passado por um processo eficaz de diagnóstico.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h59
  • Última atualização 27/01/15
  • 16h00

Aplicativo ajuda a identificar vetores da doença de Chagas

Pesquisadores da Fiocruz Minas acabam de criar um aplicativo para celulares que vai ajudar a identificar espécimes de triatomídeos – vetores para doença de Chagas. A demanda surgiu quando, há cerca de dois anos, a doutora e pesquisadora Rita de Cássia Moreira de Souza, do Laboratório de Triatomíneos do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas), constatou que havia um problema no treinamento dos agentes de saúde. “Percebi que havia uma grande rotatividade dos agentes. Quando um sai do cargo, o município fica sem uma pessoa capacitada, o que atrapalha o programa de controle da doença”, disse Rita.

Pensando em solucionar esse problema, a doutora se perguntou se não seria possível pegar os caracteres da chave dicotômica de identificação de triatomíneos e transformá-los em algo prático e interativo. Surgiu a ideia para desenvolver um aplicativo de celulares, inicialmente para o sistema Android. Assim começou o Triatokey.

O aplicativo, que pode ser usado sem conexão com a internet, funciona de forma simples. O usuário responde perguntas sobre características visíveis do inseto a ser identificado. Acontece um processo de eliminação, por meio das perguntas, que estreita as possibilidades. Para facilitar o processo, cada pergunta é acompanhada de fotos que podem ser ampliadas. A pergunta “O aparelho bucal é curvo ou reto?” traz, por exemplo, fotos que exemplificam os dois tipos de aparelho bucal. Ao fim do processo, chega-se ao gênero do animal e a um pequeno número de espécies dentro daquele gênero.

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  • Publicado: Terça, 27 de Janeiro de 2015, 15h56
  • Última atualização 27/01/15
  • 15h56

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  • 27/01/15
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  • publicado
  • 27/01/15
  • 14h59
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