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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Fevereiro de 2015, 12h02
  • Última atualização 20/02/15
  • 16h19

#PARTIUTESTE Diagnóstico precoce pode interromper transmissão do vírus

Quem teve relação sexual sem camisinha e quer saber se está tudo bem com a saúde pode fazer o teste rápido para aids de graça na rede pública do país.

O lavrador, Wallas Barros, que mora no Distrito Federal já fez o teste duas vezes. Ele conta que fez sexo sem camisinha e decidiu fazer o teste. Ele está livre do vírus. "Fiquei sem camisinha, estava bêbado, ai fiquei com aquilo na cabeça e resolvi fazer pra eu saber. Tem muitos que tem muita doença transmitida por outras pessoas. Tem muita gente que tem e quer passar para outro, aí como eu fiquei eu vou fazer, porque eu não tenho, não conhecia ele, não sei se ele tem. Aí resolvi fazer. Você já pensa mais antes de ficar com outra pessoa".

Mesmo sabendo que a camisinha é a melhor prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e aids, muitas pessoas se esquecem de usar preservativo, por isso é importante fazer o teste rápido para aids depois de uma relação sem proteção. Com o diagnóstico precoce e tratamento da doença é possível reduzir a chance de transmissão da aids, como explica o ministro da Saúde, Arthur Chioro. "A estratégia se materializa em três dimensões bem claras, a primeira o uso do preservativo, em segundo lugar conclamar a população para fazer regularmente o teste para a identificação do HIV, para que compareçam ao posto de saúde mais próximo de casa. Em terceiro lugar e também muito importante é, se o teste deu positivo, iniciar imediatamente o tratamento gratuito para poder diminuir a carga viral, porque também é muito importante na interrupção da transmissão do vírus para outras pessoas".

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Fevereiro de 2015, 11h57
  • Última atualização 20/02/15
  • 11h57

Interação medicamentosa: entenda os riscos de se medicar sem orientação

Na próxima vez em que você estiver num consultório médico, ou em outro estabelecimento de saúde, e um profissional lhe perguntar se está fazendo uso de algum medicamento, procure responder o mais detalhadamente que puder. Não se esqueça de relatar o uso de chás, pomadas ou até mesmo aquele comprimido habitual para dor de cabeça. Essa é uma chance de tentar prever e prevenir um evento ao qual geralmente não se dá muita atenção, até que ocorra: a interação medicamentosa. Ela acontece quando os efeitos de um remédio são alterados pela presença de outro, bem como pela mistura com fitoterápicos (os chamados remédios naturais), alimentos, bebidas ou algum agente químico ambiental — como o calor emanado pelo chuveiro de casa.

O Sistema Nacional de Informações Toxico Farmacológicas (Sinitox/Fiocruz) registrou, só em 2011, cerca de 30 mil casos de intoxicação por uso de medicamentos. Embora não seja possível afirmar quais deles ocorreram por interação medicamentosa, em três circunstâncias específicas a possibilidade é muito extensa: pelo uso terapêutico errado, pela prescrição médica incorreta e por automedicação. “Às vezes a pessoa está fazendo uso de determinado medicamento e não informa isso ao médico, durante a consulta. Em outras, o próprio médico desconhece o potencial de interação dos remédios. E há ainda os casos em que o paciente usa medicamentos que tem em casa, seguindo palpites de amigos ou parentes, sem ter noção se eles podem realmente ser misturados”, descreve a coordenadora do Sinitox, Rosany Bochner.

Embora nem toda interação medicamentosa seja ruim, é preciso estar atento aos riscos de reunir, sem intenção prévia, dois ou mais efeitos terapêuticos. As consequências variam de dores pelo corpo, sangramentos e até problemas cardíacos, podendo, no extremo, ser fatal. No artigo Interações medicamentosas: uma contribuição para o uso racional de imunossupressores sintéticos e biológicos, disponível na base Scielo, os autores apontam duas questões que reforçam a necessidade de atenção ao assunto. A primeira delas é que a incidência de reações adversas causadas por interações medicamentosas não é totalmente conhecida, especialmente devido à dificuldade de sistematizar, num amplo banco de dados, os números e os tipos de pacientes aos quais foram e são prescritas as combinações com potencial para problemas. E a segunda é que “não é possível distinguir claramente quem irá ou não experimentar uma interação medicamentosa adversa”. Alguns cuidados, contudo, reduzem sensivelmente as surpresas indesejáveis. O primeiro deles é optar pela informação.

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 20 de Fevereiro de 2015, 06h39
  • Última atualização 13/02/15
  • 11h39

Síndrome do Ovário Policístico

Crédito: SciencepicsA Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é um distúrbio hormonal que provoca formação de cistos nos ovários, o que fazem com que eles aumentem de tamanho. Ela atinge, principalmente, mulheres em idade reprodutiva e se caracteriza pela menstruação irregular, alta produção de testosterona (hormônio masculino) e presença de micro cistos nos ovários.

Sua causa ainda não é totalmente esclarecida. A hipótese é que tenha uma origem genética e estudos indicam uma possível ligação entre a doença e a resistência à ação da insulina no organismo, gerando um aumento do hormônio na corrente sanguínea que provocaria o desequilíbrio hormonal.

O excesso de testosterona faz algumas portadoras da síndrome apresentarem características masculinas, como excesso de pelos, além de aparecimento de acne. Ainda na adolescência, a menstruação pouco frequente ou ausente pode ser sinal da doença. Foram estes sinais que fizeram a jovem Hailenny Souza, de 19 anos, desconfiar que havia algo errado. “Descobri q tinha ovário policístico em dezembro de 2014. Tinha os sintomas desde que comecei a menstruar. Passava meses sem menstruar os médicos diziam que era normal, pois era muito nova e que com o tempo normalizaria o ciclo. Mas eu sempre desconfiei que tivesse algo errado. Eu era diferente das outras garotas, tinha muitos pelos pelo corpo e um grande apetite”, conta a estudante de enfermagem.

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  • Publicado: Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 16h19
  • Última atualização 19/02/15
  • 16h19

Prazo para médico se apresentar nos municípios termina nesta sexta (20)

Os profissionais selecionados na primeira chamada do Programa Mais Médicos têm até esta sexta-feira (20) para se apresentar nas cidades onde foram alocados. Eles devem entregar ao gestor municipal documento oficial com foto, que comprove sua naturalidade (estado/município), cópia do Diploma ou Certificado de Conclusão de Curso e do registro profissional emitido pelo Conselho Regional de Medicina ou declaração de que apresentará o documento até o dia do início das atividades. O médico também deve pedir ao município o comprovante da validação da sua vaga. Quem não cumprir essa etapa ficará de fora de novas chamadas do Programa.

Para garantir o médico em seu município, o gestor deverá concluir a validação da inscrição do profissional no sistema do Programa. Só após essa etapa, o médico será assegurado pelo Ministério da Saúde. “Os profissionais não podem deixar de se apresentar nos municípios e os gestores devem concluir o processo de validação no sistema para garantir a vaga”, alertou o secretário de Gestão do Trabalho da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto. O médico também deve solicitar ao município o comprovante de validação da sua vaga. “A não realização desta etapa se caracteriza como desistência e impede que o profissional participe de outras chamadas do Programa”, completou Hêider.

Na primeira chamada apenas os profissionais com registro do Brasil puderam se inscrever. Dos 15.747 médicos inscritos, 12.580 selecionaram municípios e 3.936 conseguiram ocupar vagas. A maioria deles (2.330 médicos) optou pelo benefício da pontuação de 10% nas provas de residência médica, caso tenha conceito satisfatório no seu percurso educacional. Outros 676 profissionais escolheram os benefícios do Mais Médicos e 930 médicos do Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab) escolheram continuar atuando no município por mais três anos.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 12h01
  • Última atualização 19/02/15
  • 12h01

Importância de brincadeiras no tratamento da criança internada

Os resultados obtidos mostraram que o brincar, enquanto recurso terapêutico, possibilita a criança ocupar um papel mais ativo, com bem-estar, autonomia e participação (foto: Peter Ilicciev)Qual a importância do brincar como mecanismo promotor de saúde para as crianças internadas? Para responder a essa questão, a aluna do mestrado em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Ligia Maria Rocha Rodrigues, buscou entender como o brincar auxilia no bem-estar dessas crianças, identificando resultados e mudanças que permitem à criança mais autonomia e participação durante a hospitalização, além de compreender como age sobre as interações sociais ocorridas entre elas, os profissionais de saúde e os acompanhantes, e analisar como pode vir a contribuir para uma ampliação do cuidado em saúde.

Durante três meses, Ligia acompanhou o trabalho realizado pelo Programa Saúde e Brincar, do hospital Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). Os resultados obtidos mostraram que o brincar, enquanto recurso terapêutico, possibilita a criança ocupar um papel mais ativo, com bem-estar, autonomia e participação, agindo também sobre o fortalecimento das relações ocorridas entre os stakeholders e contribuindo para um tratamento que perpassa os limites físicos do adoecimento, fazendo com que a criança modifique suas percepções acerca das experiências vivenciadas dentro do hospital.

Para ela, pensar em promoção da saúde no ambiente hospitalar é extremamente pertinente, especialmente quando neste espaço existem crianças que permanecem internadas durante longos períodos ou que sofrem com internações seguidas ao longo de suas vidas. “O hospital, nesse caso, transforma-se no único ou no principal cenário onde transcorrem suas vidas e onde suas atividades diárias são realizadas.” Além disso, acrescenta Lígia, as brincadeiras contribuem para que ela saia da condição passiva de objeto de tratamento para ocupar um papel mais ativo perante a hospitalização.

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  • Publicado: Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 11h52
  • Última atualização 19/02/15
  • 11h52

Profissionais do Mais Médicos têm até sexta-feira para se apresentarem nos municípios escolhidos

Os médicos brasileiros que conseguiram vagas na primeira chamada do novo edital do Programa Mais Médicos têm até esta sexta-feira, 20 de fevereiro, para se apresentarem nos municípios escolhidos. Os que não cumprirem esta etapa vão ter suas vagas disponibilizadas em uma segunda chamada de médicos com registro no Brasil para atuarem nos municípios que aderiam ao Programa, conforme...

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  • Publicado: Quinta, 19 de Fevereiro de 2015, 06h16
  • Última atualização 19/02/15
  • 12h04

Doenças da infância: Rotaviroses

Crédito: ChameleonsEye/ Shutterstock.comA rotavirose é uma doença diarreica aguda causada por um vírus do gênero Rotavírus. É uma das mais importantes causas de diarreia grave em crianças menores de 5 anos no mundo, particularmente nos países em desenvolvimento.

A forma clássica da doença, principalmente na faixa de seis meses a dois anos, é caracterizada por diarreia que pode levar a desidratação grave, vômitos e febre alta, além de problemas respiratórios, como coriza e tosse. Podem ocorrer formas leves nos adultos e formas que não apresentam sintomas nos recém-nascidos e durante os quatro primeiros meses de vida.

A rotavirose é transmitida pelo contato fecal-oral (fezes-boca), por contato pessoa a pessoa, através de água, alimentos e objetos contaminados. Há presença de alta concentração do vírus causador da doença nas fezes de crianças infectadas.

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  • Publicado: Quarta, 18 de Fevereiro de 2015, 16h45
  • Última atualização 18/02/15
  • 16h45

Hemocentro de Brasília bate recorde de doações neste Carnaval

Crédito: Divulgação/Marcelo Camargo/Agência BrasilO gerente de doações do Hemocentro de Brasília (DF), Rodolfo Duarte, disse nesta segunda-feira (16) que na semana anterior ao Carnaval houve muita doação de sangue na unidade. Mesmo sem o balanço mensal fechado, Duarte conta que o período bateu recorde de atendimento: “foi a semana pré-Carnaval com maior procura de doadores na história do Hemocentro. A população de Brasília realmente atendeu ao chamado e compareceu para fazer as doações.”

Ele destacou que a participação dos brasilienses trouxe tranquilidade ao hemocentro de ter um estoque satisfatório para poder fazer o atendimento de 100% das demandas. Na manhã desta segunda-feira (16) de Carnaval, as pessoas acordaram cedo e foram doar sangue. Mesmo com o fluxo mais baixo que o normal, devido ao feriado, o Hemocentro de Brasília continuou recebendo doadores até o meio-dia e, segundo Rodolfo Duarte, a todo momento chegavam pessoas ao local.

A presença da população vai ajudar os hospitais de Brasília a manterem os estoques no feriado. Duarte afirma que nesses períodos de festas as pessoas ficam mais expostas ao dirigir por rodovias, por exemplo, e, por isso, é importante manter o fluxo de doadores. Com o aumento de conscientização dos brasilienses, a cidade não corre o risco de ficar desabastecida. “É bom lembrar que todos os tipos sanguíneos são bem-vindos. Temos pacientes que usam sangue diariamente nos hospitais e temos que distribuir esse sangue de forma ininterrupta”, ressaltou o gerente do hemocentro.

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