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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 30 de Janeiro de 2015, 15h30
  • Última atualização 30/01/15
  • 14h47

Saiba por que o teste rápido de HIV/aids pode salvar vidas

Crédito: Erasmo SalomãoNo Brasil, cerca de 750 mil pessoas têm o vírus da aids, mas 150 mil ainda não sabem disso. A estimativa é do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e serve de alerta para que todos se previnam da doença no país. Um levantamento feito entre e março e dezembro de 2014 mostra que entre as pessoas que realizaram o teste rápido contra o HIV pelo Projeto Viva Melhor Sabendo, do Ministério da Saúde, 14 mil nunca tinham feito exame de aids na vida. Desse total, 27% além de nunca terem feito o exame, receberam o diagnostico de soropositivo após o teste rápido.

Esse também é o caso de um rapaz de 26 anos, morador de Brasília, que não quis ser identificado. Ele conta que fez o exame apenas por curiosidade durante uma ação do projeto em um bar de Brasília. "Foi a primeira vez e a única vez que fiz e foi por uma coisa banal, foi curiosidade. Digamos que salvou a minha vida. Eu fui contatado que eu era soropositivo, eu não sabia e não fazia a mínima ideia. Eles me indicaram e transferiram para o hospital mais próximo. Desde então, eu estou tomando o medicamento de imediato e definitivamente, salvou a minha vida. Se não fosse esse exame aqui, provavelmente não teria feito em nenhum outro lugar. Em princípio, não tenha medo, nem vergonha, isso é uma coisa que você precisa fazer e eu aconselho fazer, porque é necessário, muito necessário. Sou a prova viva disso. Eu acho que tem que ser apoiado porque muitas pessoas que estão aqui não têm a coragem de ir num ambiente mais reservado para fazer às vezes a pessoa está passando por aqui, vê todo mundo fazendo e cria coragem pra fazer", conta.

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  • publicado
  • Publicado: Sexta, 30 de Janeiro de 2015, 14h22
  • Última atualização 30/01/15
  • 14h36

Comissão criada pelo governo federal vai combater a violência contra o público LGBT

post agressão homofobiaFoi criada nesta quinta-feira a Comissão Interministerial de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. A comissão pretende prevenir, enfrentar e reduzir as diversas formas de violência praticadas contra essas pessoas. Entre as iniciativas está a inclusão da identidade de gênero e da orientação sexual na ficha de notificação que é feita durante o atendimento nas unidades do SUS. Participam da comissão a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, os Ministérios da Justiça e da Saúde, a Secretaria-Geral da Presidência da República e a Secretaria de Políticas para as Mulheres.

A coordenadora-geral da Anav-Trans, Associação no Núcleo de Apoio e Valorização à Vida de Travestis, Transexuais e Transgêneros, Ludmila Santiago, explica que a comissão pretende também esclarecer que as diferenças entre essas pessoas precisam ser esclarecidas e respeitadas por toda a sociedade."Isso vai vir para ajudar porque traz essa diferenciação entre os seres, entre as pessoas, mesmo. Porque identidade de gênero tem a ver... como que essa pessoa se apresenta, como ela se sente, quem ela gostaria de ser, como ela gostaria de ser tratada. E orientação sexual é um outro fator. Aí tem a ver com a minha afinidade, com as minhas relações sexuais. Esses dois pontos, eles vêm basicamente para fazer essa diferenciação e para que as pessoas possam ser identificadas enquanto tais”, explica.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destaca a importância da inclusão da identidade de gênero e da orientação sexual na ficha de notificação do SUS."As questões relacionadas à comunidade LGBT a gente não conseguia ter a identificação porque não tinha essa informação no campo da notificação. Pode parecer simples, mas ela qualifica a informação e qualificando a informação vai qualificar a oportunidade de intervenção, não só nossa da área da saúde, mas do conjunto de políticas públicas que lidam com o tema da violência e que lidam com a discriminação contra a comunidade LGBT", afirma.

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  • Publicado: Sexta, 30 de Janeiro de 2015, 14h13
  • Última atualização 30/01/15
  • 14h13

Praticar corrida sem orientação pode causar lesões nas articulações

O verão é uma estação que anima as pessoas a praticarem atividade física para exibir o corpo na praia, na cachoeira ou na piscina. Como queima muitas calorias, a corrida é uma das atividades mais praticadas também por quem começa a se exercitar. Só que para começar a correr, as pessoas precisam procurar, além de um cardiologista, um especialista para ter orientação.

A pisada errada, por exemplo, pode comprometer as articulações e provocar lesões sérias. O assistente jurídico Ney Dourado ficou nove meses sem fazer atividade física por causa de uma lesão causada pela prática de exercícios sem orientação especializada. "Eu não tinha o hábito de fazer atividade física nenhuma, era resistente até mesmo para fazer academia. Mas só que quando a gente começa a correr, você sempre quer correr mais. Só que quem corre não quer fazer academia. Aí eu deixei a academia de lado, que foi um erro, porque a academia ajuda a fortalecer a estrutura fisiológica, e foi aí que eu tive a lesão. Quando começava a doer eu camuflava a dor. Eu colocava anti-inflamatório e isso camuflava a dor. Eu fiquei nove meses sem atividade física nenhuma com problema no pé. O diagnóstico foi uma fascite plantar crônica, que é uma inflamação da sola do pé. E hoje, depois de passar por isso, eu fui liberado a correr e eu estou correndo normal. Consegui eliminar cinco quilos", conta.

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  • Publicado: Sexta, 30 de Janeiro de 2015, 14h08
  • Última atualização 30/01/15
  • 14h08

Higiene | Saiba por que é importante lavar as mãos

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o simples ato de lavar as mãos reduz em até 40% o risco de contrair doenças como gripe, diarreia, infecção estomacal, conjuntivite e dor de garganta. 

Segundo o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, vírus e bactérias são facilmente transportados pelas mãos das pessoas. "Em geral, as mãos são a parte do corpo que mais tem contato entre uma pessoa e outra e as pessoas, em geral, usam as mãos pra diversas coisas, costumam passar a mão nos olhos, no nariz, na boca, no corpo, muitas vezes, sem perceber; assim como tocam diversos objetos e todas essas podem ser fonte de micro-organismos que causam doenças e a sua transmissão pode ser muito reduzida se as pessoas lavarem as mãos adequadamente", explica. 

A lavagem das mãos exige certo cuidado e deve ser realizada com frequência. O diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, explica a maneira correta de fazer a higiene. “Basicamente, a pessoa deve usar água limpa e sabonete, lavar integralmente toda a superfície da mão, iniciando pelas palmas das mãos, preocupando-se muito com as pontas dos dedos, com o espaço entre os dedos, com as unhas, o dorso da mão e lavando até a região do punho, deve demorar aproximadamente de 30 segundos a um minuto. Isso pode ser substituído ou complementado pela utilização de álcool em gel", indica. 

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  • Publicado: Sexta, 30 de Janeiro de 2015, 09h00
  • Última atualização 29/01/15
  • 17h53

Parto Normal | Entenda a utilização do Partograma

Crédito: Vinicius TupinambaO Ministério da Saúde e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicaram este ano resolução que estabelece normas para estímulo do parto normal e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde. Entre as mudanças trazidas pelas novas normas, está a utilização do partograma, documento gráfico que contém as informações sobre tudo o que acontece durante o trabalho de parto.

O partograma contém registros sobre a identificação da gestante, sua história obstétrica, como, por exemplo, quantidade de filhos e existência de abortos anteriores, além de informações de pressão arterial e temperatura, se houve rompimento da bolsa, batimentos cardíacos do bebê, contrações, dilatação do colo uterino, progresso do bebê descendo no canal do parto, medicações prescritas e outros. Existem diversos modelos de partograma utilizados no mundo. No Brasil, cada prestador pode usar sua versão, desde que contenha os dados propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

As informações do partograma são fundamentais em casos em que haja troca de plantão médico durante o trabalho de parto e desempenham a importante função de ferramenta de gestão para as operadoras, sendo parte integrante do processo para pagamento do parto. Em casos excepcionais, como uma paciente que chega ao hospital com o bebê já nascendo, não é necessário o preenchimento do partograma, pois não haverá um trabalho de parto a acompanhar. Neste caso, o profissional fará apenas um laudo médico ou de enfermagem, conforme o caso, relatando que a paciente chegou em período expulsivo. O mesmo ocorre para os casos de emergência em que a paciente vai direto para a mesa de cirurgia realizar uma cesárea emergencial ou nos casos em que há uma clara indicação prévia de cesárea.

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 29 de Janeiro de 2015, 17h58
  • Última atualização 29/01/15
  • 17h58

Ministro da Saúde inaugura SAMU em Varginha (MG)

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, e o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, inauguram nesta sexta-feira (30), às 11h, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) da Macro Região Sul do estado, em Varginha. O SAMU atenderá cerca de 2,7 milhões de pessoas nos 153 municípios que compõe a região. Inauguração da Central Regional do SAMU em Varginha Data:...

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  • publicado
  • Publicado: Quinta, 29 de Janeiro de 2015, 16h43
  • Última atualização 02/02/15
  • 18h14

SUS e Saúde Suplementar vão registrar casos de agressão por homofobia

Prevenir e enfrentar as diversas formas de violência praticadas contra o público de lésbicas, gays, bissexuais e travestis, além de permitir conhecimento de dados sobre as ocorrências, características e perfil dos crimes. Esse é o objetivo da portaria assinada nesta quinta-feira (29) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e mais quatro ministros, que cria a Comissão Interministerial de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CIEV-LGBT). Durante a assinatura do documento, o ministro da Saúde anunciou novidades na Ficha de Notificação de Violência, já utilizada pelas unidades de saúde.

A partir deste ano, o material contará, com dois novos campos: Orientação sexual e Identidade de gêneros. A ficha, com as novas modificações, deverá ser adotada tanto pelo Sistema Único de Saúde (SUS), como também pela rede privada. A criação da Comissão ocorre por ocasião do Dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais, comemorado nesta quinta-feira (29).

De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a portaria possibilitará a articulação de medidas de prevenção, adequado tratamento aos casos de violência da população LGBT, além de estimular o diálogo e a negociação entre as esferas de governo e a própria sociedade civil. Sobre este último item, o ministro destacou o ganho na qualificação das informações que serão obtidas a partir introdução dos novos campos na ficha de notificação de violência, cujo preenchimento hoje já é obrigatório pelos profissionais de saúde nas unidades públicas e particulares de saúde. “Estamos dando um passo simples, mas muito importante para efetivamente dar visibilidade à essa luta, mostrando a dimensão real do problema da homofobia no país”, enfatizou o ministro.

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  • Publicado: Quinta, 29 de Janeiro de 2015, 11h25
  • Última atualização 29/01/15
  • 11h25

Mortalidade de Aids cai 13% nos últimos 10 anos no Brasil

A mortalidade provocada pelo vírus da aids caiu 13% na última década no País. O dado foi apresentado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (28) no lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o carnaval de 2015. No entanto, entre a população jovem, os índices de contaminação pelo HIV ainda continuam crescendo.

Por essa razão, a campanha de prevenção do Ministério das Saúde para o carnaval deste ano é direcionada sobretudo ao público jovem e tem como slogan a expressão “#partiu teste”. A estratégia foi adotada focada na prevenção combinada, que alia a importância do uso da camisinha, com a conscientização da população sobre a necessidade do indivíduo saber se foi contaminado e, desse modo, iniciar rapidamente o tratamento.

De acordo com a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP) divulgada pelo Ministério nesta quarta-feira, 94% dos brasileiros sabem que a camisinha é melhor forma de prevenção à aids e DST. Apesar disso, 45% da população sexualmente ativa do País não usou preservativo em suas últimas relações sexuais casuais.

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Governo Federal cria Comissão Interministerial de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

Para ampliar os direitos e instrumentalizar políticas públicas do governo federal voltados à população LGBT, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República...

  • publicado
  • 29/01/15
  • 11h20
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5 de agosto: Dia Nacional da Vigilância Sanitária

A Vigilância Sanitária ganhou um dia especial de comemorações: 5 de agosto. A data está definida pela Lei 13.098, de 27 de janeiro de 2015, publicada nesta quarta-feira (28) no Diário...

  • publicado
  • 29/01/15
  • 11h19
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Trabalho, Educação e Saúde: primeira edição de 2015

O primeiro fascículo de 2015 da revista científica Trabalho, Educação e Saúde, editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), busca contribuir com o...

  • publicado
  • 29/01/15
  • 11h12
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