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Promoção da Saúde
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  • Publicado: Quarta, 25 de Abril de 2012, 15h46
  • Última atualização: 02/10/13 14h55

Vontade excessiva de comer alguns alimentos pode indicar falta de nutrientes

Foto: Corbis ImagesBalinhas, doce de leite e amendoim estão sempre à disposição na mesa de Bruna Ferreira de Lima, analista de requisitos do DataSUS. “As guloseimas são para as ocasiões que sinto muita vontade de comer doces. Mas tem dias que nem quero vê-los”, diz Bruna.

De acordo com a nutricionista do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) Angélica Berzon, esse desejo repentino pode indicar que a alimentação está deficiente de nutrientes. “Não é nenhuma patologia, mas a falta de um determinado nutriente que pode prejudicar a memória, causar desconforto intestinal, retenção de líquido, dor de cabeça, câimbras e tornar cabelos e unhas quebradiços. Estes sintomas podem ser contornados ingerindo o alimento em débito”, observa a especialista.

Angélica Berzon explica que ansiedade, irritação e depressão aumentam o desejo de comer, por exemplo, chocolate. “Não é à toa que as pessoas buscam um determinado alimento. Chocolate é fonte de serotonina. Este comportamento vai passando de geração para geração. Isto é cultural. Mas o especialista pode indicar outras fontes, menos calóricas que oferecem os mesmos nutrientes, como cereais integrais, banana, tâmaras, nozes”, pondera.

“Se as pessoas soubessem identificar suas deficiências nutricionais e conhecessem as fontes de alimentos corretas, poderiam contorná-las. Excesso de sono, por exemplo, pode ser falta de ferro”, completa. Folhosos na cor verde-escura como o agrião e couve, grão-de-bico, feijão, castanhas é açaí são alimentos ricos neste mineral.

Para evitar a perda dos nutrientes, a nutricionista indica alimentação equilibrada, com refeições em horários fracionados. “Com muita verdura, legume, proteína e carboidratos. Poucos alimentos processados e fast food”, ensina. Alimentos ricos em proteínas, como carne bovina e de peru, peixe, leite e seus derivados contêm triptofano, aminoácido que participa da produção dos neurotransmissores.

Fonte: Alexandre Penido / Web Rádio Saúde e Ana Paula Ferraz / Agência Saúde

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